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ITAJAÍ METRO QUADRADO RESIDENCIAL VALORIZA MAIS DE 40%




Créditos: Marcos Porto


Alta foi registrada nos últimos dois anos, em que o mercado imobiliário de Itajaí vivenciou o melhor momento de sua história, mesmo em meio à crise econômica mundial.


O preço médio do metro quadrado residencial para venda em Itajaí valorizou 44% nos últimos dois anos. O município encerrou 2020 com o metro quadrado ao preço médio de R$ 6.420,00. Em dezembro do ano passado, alcançou R$ 9.242,00 (números referentes a novembro). Os resultados deste período fizeram com que Itajaí avançasse cinco posições no ranking nacional, pulando do 12º para o sétimo lugar. No mês de maio de 2022, ultrapassou a capital Brasília (DF) e chega a 2023 com variação anual nos últimos 12 meses acima de 15%.

Outras três cidades catarinenses estão entre as dez primeiras colocadas com maior valorização imobiliária do Brasil. Balneário Camboriú, que lidera o ranking desde março do ano passado, Itapema, na quarta posição, e Florianópolis, na sexta. Os dados são contabilizados pelo Índice Fipezap, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), tendo como base os imóveis residenciais anunciados para venda no portal ZAP, que monitora 50 cidades do País.


Para Bruno Pereira, engenheiro civil e presidente do Sinduscon da Foz do Rio Itajaí, o aquecimento do mercado imobiliário revela a segurança do investimento em imóveis e o alto aporte de recursos que Itajaí vivencia desde o período da pandemia de Covid-19. “Neste ano, a construção civil mostrou novamente sua força enquanto setor produtivo. Construtoras e incorporadoras de Itajaí lançaram diversos novos empreendimentos e este contexto pós-pandemia comprovou que imóveis são investimento seguro e rentável”, declarou Pereira, em dezembro.

Ele ressalta que o fortalecimento do setor da construção civil, com geração de emprego e renda, se alia ao bom desempenho econômico da cidade, iniciativas ambientais e desenvolvimento urbano. “O Sinduscon se empenha pelo desenvolvimento de Itajaí atuando no fortalecimento da classe com representatividade em todas as esferas. A união de esforços entre iniciativa privada e poder público deve ser cada vez maior, porque economia girando significa aporte de recursos no município e geração de riqueza para todos os setores”.


ECONOMIA FORTE


Itajaí ocupa a sexta posição entre as cidades brasileiras com maior potencial de desenvolvimento econômico e está em terceiro lugar em mobilidade urbana. O posicionamento foi apontado pelo último ranking Connected Smart Cities, da Urban Systems, em que foram mapeados 677 municípios do País com mais de 50 mil habitantes. O município lidera o recorte de Economia na Região Sul, à frente da capital Florianópolis, posicionada em 10º lugar.


A cidade itajaiense aparece ainda entre as cem “Melhores cidades para fazer negócios”, pesquisa também realizada pela consultoria Urban Systems. A colocação se deve aos investimentos no mercado imobiliário e nos setores de comércio, serviços e educação. Os dados são apurados em 326 cidades brasileiras com mais de cem mil habitantes e contempla, além destes, os segmentos agropecuário e industrial.


EMPREGO


O saldo de empregos - diferença entre contratados e demitidos - na construção civil em Itajaí cresceu exponencialmente nos últimos dois anos, passando de 90 novas vagas durante todo o ano de 2020 para mais de 700 neste ano. Vale destacar que o período foi marcado pelo início da pandemia e retomada econômica, após a crise sanitária que abalou o mundo.


No mesmo recorte de tempo, o estoque de empregos do setor - quantidade de pessoas empregadas com vínculo CLT - avançou 35,81%. O município encerrou 2020 com estoque de 3.728 vagas. Em 2022, foram 5.063 trabalhadores com vínculo CLT ativo. Os números foram contabilizados até outubro do ano passado e constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

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